playground para gatinhos

Nov 17

Juro, gente, que se eu fosse um pouco mais surtada e fizesse um quarto só pro Pupu, ia ser desse jeitinho, sem tirar nem por:

via Moderncat

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enfim, de volta para o estúdio!

Jul 13

Depois de 24h borocoxô, hoje posso dizer que estou muito, muito aliviada e contente pelo Pupu, que voltou para o estúdio hoje de manhã são e salvo… mas também decepado, eu diria. Ele passou a noite na clínica por recomendação do veterinário, o que me deixou mais apreensiva, pois foi a primeira noite dele fora de casa e eu sei que ele não come sem ter a gente por perto. Como ele estava há 12 horas de jejum ontem pela manhã, eu sabia que ele ia passar fome. Hoje ele chegou guloso e muito cansado (acho q ele não dormiu também!). Compramos a ração que ele mais gosta e ele atacou 2 pratinhos vorazmente. Hoje ele vai ser muito mimado e bajulado! Acho que só quem ama um bichinho entende o buraco que fica quando eles estão longe e passando por uma situação difícil…

E obrigadas a todos(as) que me enviaram palavras de conforto pelo blog e por e-mail!

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a castração do Pupu

Jul 12

Hoje o coração tá apertadinho. Pupu, que já tem 3 anos, foi castrado pela manhã.

Apesar de muitas pessoas me dizerem que eu deveria tê-lo feito logo cedo, sou molenga e não tive coragem. Ele andava afoito e louquinho para sair de casa para namorar a toda hora, anda fazendo xixi pelos cantos para demarcar território e ficava muito, muito bravo ao sentir cheiros de outros gatos, ou seja, está muito difícil mantê-lo sob controle. Achamos por bem castrá-lo, já que não temos intenção de deixá-lo sair de casa, mas, admito, fui para a clínica me sentindo a pior das carrascas. Bobagem, eu sei, mas estou jururu o dia todo :(

O veterinário nos disse que os siameses são um dos mais invocados e brigões. Fiquei chocada! Pupu é um santo pra mim, rs…

Fomos visitá-lo na hora do almoço e ele estava deitadinho, imóvel, enrolado num cobertor, com os olhinhos abertos e vagarosos. Chorei!

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a história do Pupu

Mar 24

Não pensávamos em ter nenhum bichinho no momento que Pupu apareceu em nosso portão. Era noite de outono, 5 de maio, e o frio já se sentia. Ouvimos um miadinho discreto e abafado depois do jantar. A rua estava silenciosa. O barulho foi ficando mais próximo e insistente depois de algumas horas. O marido, fofamente, perguntou, feito criança, se podíamos ter um gatinho. Como dizer não a um pedido assim repentino e sincero? Descemos. Do outro lado da rua havia uma criaturinha pequena, feinha e desgrenhada. Foi só chamar com entusiasmo, dando tapinhas nas coxas, que ele atravessou a rua correndo, feito cena de cinema (só faltou a câmera lenta) e recebeu muitos afagos. Não estava sujo, apenas desamparado e assustado. O marido concluiu que era fêmea, decididamente uma fêmea. Como era ele que tinha mais experiência com gatos (ele já teve 3), o gatinho ficou sendo gatinha. Procuramos por pulgas e sinais de doenças e ele parecia bem saudável, mas faminto. Não tínhamos nenhuma comida apropriada para gatos obviamente, então na falta de opção oferecemos um pires de leite, que ele atacou vorazmente. A primeira noite, ele passou em nossa cama, pois ele tremia muito de frio e ronronava tresloucadamente. O primeiro xixi, foi no ralo do banheiro sozinho sem orientação, um verdadeiro gentleman – ou lady na época. Como a suposta gatinha era siamesa ou metade siamesa, quisemos dar um nome oriental a ela: Pei-pei. Só que a fêmea foi virando macho à medida que 2 bolinhas delatoras foram crescendo junto com ela ou ele. Nessa altura, sua masculinidade já era inegável. Pei-pei virou definitivamente Pupu e ele se tornou o maior companheiro do marido! Mesmo hoje, após 3 anos, eles ainda brincam feito crianças e eu ainda me emociono ao ver como eles se amam. Pupu exige muita atenção do marido nas manhãs de trabalho no estúdio, perseguindo-o fielmente. Ele adora andar de carro e receber cafuné enquanto come, odeia ficar sozinho, reconhece o barulho do carro quando a gente chega e fica nos esperando na porta! Pupu é um gatinho esnobe e seletivo, capaz de comer todos os delicrocs do pratinho e deixar o resto pra trás. Ele adora água do filtro e vem correndo todo pidão quando estamos nos servindo de um copo.

Pupu cresceu em meio a máquinas de costura, dormindo ao som dos motores, entrelaçando-se em nossas pernas enquanto pisávamos nos pedais, praticamente um gatinho costureiro e a maior testemunha do desenvolvimento do Tofu Studio! Como não sabemos quando ele nasceu, comemoramos todos os anos, no dia 5 de maio, sua chegada. Pupu apareceu em nossas vidas como algumas das melhores coisas costumam acontecer, assim espontaneamente, sem muitos planos e sem aviso e agora já não sabemos viver sem ele!

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ZzzzZZ

Feb 07

Agora minha mesa é o dormitório oficial do Pupu aqui no Tofu. Ninguém consegue tirá-lo daqui, oh céus!

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