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2 anos do figurão

E ontem às 13h48 fez exatamente 2 anos que o Eric nasceu! 2 anos desde aquela tarde de chuva e trovoadas…

Fiz bolinho de milho no finzinho da tarde, o preferido dele no momento (a festinha será daqui a alguns dias). Ele morreu de medo da velinha faiscante e bem, ao contrário do que se idealiza, o momento do parabéns teve mais lágrimas do que risadinhas entusiasmadas. Mas a vida com filhos é isso mesmo, não dá pra criar expectativas nem sobre um simples parabéns, imagina sobre assuntos maiores, como quando ele vai largar as fraldas, quem ele vai ser, o que ele fará da vida… em 2 anos a gente filosofa menos e aprende que vai ter que administrar o caos (pequenos ou grandes) para todo o sempre. Filhos devem ser mesmo a maior aventura do mundo. A lista de coisas que podem dar errado é interminável: ele pode virar um psicopata, sádico, pode te matar, te internar num asilo decrépito, gostar do Luan Santana, entupir-se de refrigerante, adotar gírias deploráveis… Se for pensar bem, mas bem mesmo, ninguém teria filhos, mas acontece que tem gente que não pensa. Aliás, há muita gente que não pensa (pelo menos com a cabeça), como eu, e… reproduz! Nós aprendemos na marra a improvisar, planejar coisas em 2 minutos, a nos adaptar. Percebemos que tudo muda muito rápido, deixamos algumas frescuras de lado, a vida não pode mais ser planejada numa planilha de excel, como um dia uma versão longínqua e bobinha de você chegou a imaginar. A vida de pais não é melhor nem pior do que a de outros humanos sem filhos, é só diferente. Esta comparação, aliás, nem faz sentido, é como querer achar correspondências entre uma banana e uma maçã. Deixemos a banana ser banana e a maçã, maçã, sim? Só digo que é uma experiência intensa, íntima e que, se você permitir e for gentil com você mesmo, pode abrir caminho para um mundinho fantástico!

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ano novo com bermuda nova!

 

Sabe aquele ditado da casa do ferreiro? Pois é, me curvo a quem o inventou! Eu costuro trocentas peças no ano para o Tofu Studio e um punhadinho só pro meu filho. Fuéén! Fiz essa bermudinha com um jeans listrado que está no armário há uns 5 anos (!!!). Acho uma graça, mas nunca tinha arrumado uma peça boa pra fazer com ele. Aí pra dar uma alegrada juntei uma faixa amarela nas laterais. Passei elástico na cintura e fiz caseado, como os de botões, para passar um cordão. É tão fácil que me deu um tremendo desânimo pra comprar bermudas nas lojas.

Voilá! Bermuda nova para uma criança com toda a energia do mundo!

 

ele gosta de estorinhas…

Juro que não sou daquelas mães obcecadas com livros, que querem filhos gênios, cultos e eruditos. Bem, acho que não sou, mas se ele ganhasse um Prêmio Nobel seria ótimo, hehe! Mas o caso é que o menino gosta que a gente leia pra ele, gosta das mudanças na entonação da voz, não se importa (acho que até gosta) de conhecer a estória de cor (nesse ponto é muito parecido com o pai, capaz de assistir o mesmo filme 1 milhão de vezes!). Tudo começou quando eu pedi a coleção do Itaú pela primeira vez no ano passado (a campanha está de volta! Peça aqui). Eu comecei a ler pro Eric quando ele tinhas uns 4 ou 5 meses. Claro que ele ficava boiando, mas era legal fazer ele ouvir a minha voz de uma maneira diferente. Depois de uns meses, ele já levava nossas mãos pra cima dos textos dos livros para que lêssemos (coisa fofa!). Aí fomos comprando mais livrinhos, com barulhinho, em japonês (apesar de eu saber ler muito pouco), em inglês, de folhas duras, livros de banho… A maioria está amassada, rasgada, despedaçada, não tem jeito. Isso me lembra uma professora do meu colégio que sempre dizia que livro bom, é livro detonadinho, bem folheado, cheio de anotações e orelhas, sinal de que foi muito lido e estudado!

Agora toda noite, sem trégua, Eric pede para lermos os livros surrados dele, todo animadinho. A gente, que já sabe as estórias de trás pra frente, se cansa bem mais rápido que ele, é verdade.

Um dos programinhas preferidos é ir na biblioteca do Parque da Cidade, que aliás fica em frente a um jardim lindo feito pelo Burle Marx, sentar nessa poltroninha aí e fingir que lê, tudo no idioma maluco dele, claro.

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A idade da fofura

A vida segue. Este blog não acompanha. O facebook deve estar mesmo acabando com os blogs. Lá é tudo tão rápido, as pessoas se interagem mais, mas também tem algo que sempre escapa, como se fôssemos atropelados por aquela timeline predatória, aquele linguição infinito que engole tudo e todos. Sou nostálgica e já sinto falta de acompanhar os blogs favoritos. Nostalgias hoje em dia são bem curtas. As coisas do ano passado já parecem distantes e velhas. Dizem que o apego ao passado é ruim, não leva a lugar nenhum, mas eu gosto de ir lá fazer um carinho nas minhas memórias. Gosto de ir pro lugar nenhum, gosto mesmo. Hoje, numa consulta no hospital, vi uma senhorinha bem velhinha com a família e a ausência do meu avô ficou tão grande por um momento. Queria só mais alguns anos dele aqui pro meu filho ter memórias com ele também. É um pedido de grande porte, extraterreno, então ok, não dá pra ficar desejando essas coisas…

Eric segue crescendo, começando a falar, cheio de energia! Ele vai pra escolinha ainda este ano, achamos que é hora! Estou tentando nem pensar na adaptação, já que ele está vivendo uma fase bem edipiana, dando clássicos e sonoros chega-pra-lá no pai e tudo. Desde que ele nasceu, não criamos muitas expectativas e não temos planos definidinhos pra ele. Não achamos que ele iria pra escola com uma idade pré-definida, não achamos que eu o amamentaria até 6 meses, 1 ou 2 anos, prolonguei o quanto deu, as coisas foram acontecendo… enfim tentamos não criar muitas regras, vamos só tateando e sentindo as coisas, como ele está, o que é melhor para o momento, pra ele e pra nós. Sentir é bom, é importante. A vida de mãe, no entanto, tem lá suas armadilhas. As pessoas em geral veem seu filho como um reflexo preciso da sua criação. Se ele não come, é porque a mãe não estimula direito, se ele não dorme, é porque a mãe não disciplina, se ele faz birra, a mãe é fraca. Enfim, nos tornamos mães e damos aval automático pro mundo inteiro nos achincalhar. O pai é figura meio imune, né, porque quase ninguém acha que o pai tem grandes responsabilidades sobre a educação das crianças. Se um bebê é abandonado por aí, todo mundo corre atrás de quem? Da mãe. Ninguém lembra que o bebê tem um pai e que ele deve ser enxovalhado, punido e preso igualzinho a mulher. Pobres mães!

No mais, devo dizer que tenho uma capacidade incrível de subir uma foto ensolarada como esta aí em cima e terminar falando de abandono de bebês! Na verdade, ia dizer que às vezes dá até medinho de roubarem o Eric de mim. “Não é porque é meu filho, não” (ah, essa frase é uma delícia), mas as pessoas param na rua pra ficar mexendo com ele toda hora. Uma moça parou na rua, ficou hipnotizada uns 5 minutos dando sorrisinho, tchauzinho, mandando beijinho… tudo muito lindo, mas a vontade que eu tenho é de pegar ele debaixo do braço e dizer que o japinha é meu, tá ouvindo? Meu, meeeu! Se quiser um, vai fazer um pra você, oras!

Eric – 18 meses hoje!

Avançando mais uma etapa no jogo da vida…

Um ano e meio e sinto que aquele bebê de outrora vai dando um solene tchau, fui! Já tenho uma pequena criança em casa! Saudades do neném que ficou no passado, do chorinho ritmado, de carregar no antebraço, do tanto que já se foi em tão pouco tempo… Eric tem se mostrado uma criança forte, independente, resoluta, com um jeitinho abrutalhado até, e me sinto… sei lá, com tanta sorte por ter comigo uma pessoa tão saudável, ativa, alegre, curiosa e esperta. O que mais a gente pode querer? Antes de ter filhos, acho que não imaginamos o quanto essas coisas aparentemente fáceis e banais são as mais importantes, são, de fato, o que importam na vida. As outras coisas a gente vai ajeitando. Todas as nossas ambições, as grandes expectativas que criamos na juventude, parecem meio pálidas diante da felicidade e do bem estar daquele em quem você deposita tanto amor, tanto significado, mesmo sem querer… A vida é outra agora, não tem como não ser!

Depois do primeiro ano, tudo vem sendo bem diferente. Eric tem suas próprias vontadezinhas, vejo que sua personalidade está em franca formação e que parte dela é influenciada por nós, os pais, pelo meio, e parte é algo que é próprio dele, da sua natureza. Claro, isso é óbvio, vocês vão me dizer. A gente sabe de um monte de coisas, mas é tão diferente e incrível observar tudo isso acontecendo na sua frente, o quanto nós, em boa medida, já nascemos prontos, com um jeitinho nosso. Eric é assim:

 

alegre e risonho,

 

adora ouvir estorinhas,

 

pulmões fortes e potentes,

 

gosta de fugir, fazer a gente correr atrás e dar risadas,

 

comilão desde sempre

e 1 milhão de outras coisinhas… e outro milhão por vir!

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Dia das mães ou eu não morri, ainda estou aqui!

Eis o primeiro postzinho aqui neste quase moribundo blog… Finalmente passando a vassoura naquele aviso do bazar ógente estampado na cara de vocês há dias! Tenho algum desconto se eu me justificar dizendo que o servidor do meu blog é uma piada, que ele brochou por uns dias a blogueira dentro de mim, que sou mãe, tenho casa e empresa pra tocar? Não, né! Grande coisa, vocês vão me dizer. É justo. Well, well, mas eu aceito minhas próprias desculpas. Tenho um pequeno homenzinho em casa que ainda não fala, mas vem me dizendo por telepatia que eu não posso tudo. Óbvio, né, mas a gente não enxerga às vezes e se ilude pensando que pode. Neste dia das mães, leio pela enésima vez a respeito de pesquisas que me dizem que mães ganham menos que as não-mães, que mães são menos que as não-mães, que mães se sentem fraudes no trabalho e mães de araque em casa, mas é claro, né gente! Não precisa de pesquisa pra ver isso! Como é que a pessoa vai ser a super trabalhadora, de carreira brilhante, se o foco de tudo mudou? Como é que pode ser a mesma depois de um filho? Como é que faz pra ignorar por completo aquela coisinha que precisa desesperadamente de você para perseguir ferozmente uma carreira laureada? E o mais importante, dá pra ser feliz assim? Dá pra criança ser feliz assim? Não sei. Tem tanta gente nesse mundo, tantas variáveis e possibilidades. Só sei de mim, que minha felicidade não está num cofrinho cheio e nem nos tapinhas nas costas por ter uma carreira cheia de glórias. Minha felicidade talvez seja mais comezinha. Desculpaê feministas!

Filho é adaptação, não tem planejamento de vida, nem planilha de excel que dê conta das mudanças que uma criança instaura assim que ela chega ao mundo, toda espaçosa. A gente vai fazendo a vida funcionar com a presença delas. Assim como dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço, uma pessoa também não consegue trabalhar, atender pedido de filho, alimentar um blog, fazer almocinho saudável e feliz, chupar cana e assobiar, tudo ao mesmo tempo e pra ontem! Então algum departamento da vida sempre vai ser sacrificado nem que seja por um tempo. Essa é a minha vida, este é meu clube!

Não sou muito afeita a datas comemorativas em geral, mas acho que elas têm seu lado válido, são um empurrãzinho pra gente dar um carinho a mais na mãe, no pai, no namorado etc. Como é que isso pode não ser bom de algum modo? Hoje eu acordei com cheiro de panqueca em casa. Meu marido é um exímio cozinheiro de meia dúzia de pratos (e só!) e panqueca é uma delas. Então, quando ele faz alguma de suas especialidades, é um pequeno evento! Ele acordou cedo só pra isso, ó que amor! Como minha mãe foi correndo passar o dia das mães com meu irmão em São Paulo (humpf!), resolvemos passear com o Eric no parque, já que ele está curtindo muito andar (começou há um mês) e explorar diferentes terrenos. Fomos estrear as botinhas off-road que compramos às pressas assustados com o crescimento repentino dos pés dele de umas semanas pra cá :O

 

Um feliz dia das mães a todas! Que vocês passem um dia feliz, cada uma a seu modo :D

o tempo que escapa…

 

Constatação que, de repente, despenca sobre a sua cabeça: não sou mais mãe de um pequeno bebê, de um amendoimzinho que só mamava e dormia, mas de uma pessoinha cheia de vontades, com uma personalidade em franca expansão, prestes a andar, falar e que come como se amanhã fosse o fim do mundo. É gentem, todos dizem que o tempo começa a voar daqui pra frente, então é apertar o cinto e curtir a viagem, que vai ser longa, mas bem rápida! Yu-hu!

a primeira festinha do Eric

Domingo fizemos uma festinha para comemorar o primeiro ano do Eric! No início a ideia era fazer algo na sala de casa mesmo e convidar no máximo os avós e tios, mas de última hora fomos convidando mais e mais pessoas queridas e a coisa cresceu um pouco (não tinha como não incluir todos que transmitiram tanto carinho pro Eric neste primeiro ano)! Foi tudo bem simples, divertido, corrido, com imprevistos de última hora… Organizamos tudo em uma semana, meio no improviso, juntando as louças, tecidos, aviamentos e papéis que já tínhamos em casa, comprando alguns descartáveis, encomendando os comes e bebes, fazendo nós mesmos algumas das comidinhas, aff… Deu trabalhinho, mas as coisas que a gente faz com mais carinho são as que dão mais trabalho mesmo, não é!?

Sim, eu sei que festa de criança costuma ser temática, mas eu não curto muito a ideia, sei lá! Sei que com crianças mais crescidinhas, os temas e personagens são inevitáveis, então aproveitei que o Eric ainda é bem pequeno e tá boiando pra fugir dos backyardigans, ursinhos pooh e cavaleiros do zodíaco (isso não tem mais, né?) enquanto ainda posso!

Mas olha, tivemos bastante sorte, principalmente com a decoração (não gastamos quase nada)! Como a mesa era bem comprida, cogitei em fazer uma toalha de mesa, mas como eu queria uma estampa geométrica grande, me frustrei nas lojas: só estampa miúda, florais, poás… Aí num lampejo lembrei que eu tinha esse lençol de solteiro quadriculado (sim, lençol) dando bobeira lá no fundo do armário, com essa cor linda, um amarelo bem forte, quase laranja! Aí fui garimpar tecidos lá no estúdio para fazer um saiote para a mesinha do bolo (usamos uma mesinha que já tínhamos em casa, que o marido fez há anos para servir de prateleira dentro do armário da cozinha da nossa primeira casa! > depois faço um post com os projetinhos de decor vapt-vupt que fizemos pra festa).

Achei esse brim amarelo-ovo que comprei quando comecei a fazer bolsas, vejam só… que tem o mesmo tom do lençol. Aí fechou! As cores da festa foram sendo definidas assim, meio que acidentalmente. Arrematei com um galão vintage, de flores, que era da época que meu pai tinha armarinho, ou seja, deve ter uns 30 anos (abafa!). Fomos no mercado comprar copinhos e na porta (juro!) havia esse dispenser laranja lindão com torneirinha e tudo, que combinou direitinho (às vezes essas coisas acham a gente, incrível! adoro isso!). Servimos suco de tangerina nele!

O bolo foi confiado a uma boleira old school, de primeira, que faz os bolos da família há décadas e faz bolinhos como os de antigamente, simples, sem firulas, com chantilly de verdade, frutas de primeira, muito leve, macio e honesto (faltou foto do bolo cortado):

O enfeite do bolo foi feito com cordão e recortes de cartões e folders que eu tinha em casa (gasto zero).

Docinhos de marzipan (adorava isso quando criança) e beijinhos:

Os beijinhos e cajuzinhos foram comprados no último minuto! Encomendamos marias-mole fofinhas no mercado central, mas esqueceram a nossa encomenda (não dá pra crer que alguém esquece encomenda de doces pra uma festa de criança… é quase uma maldade, meu deus!). Aí fomos eu e o marido procurar docinhos pela cidade em plena manhã de domingo… misericórdia! Qualquer coisa com açúcar àquela altura era lucro :P

Fiz pins para os docinhos com os galões também! Foi só recortá-los e colá-los nos palitinhos. Aqui em baixo, clássicos morangos com chocolate:

Também servimos banana com paçoca, quitute caipira, que aprendi a gostar com a minha mãe:

O marido fez uma letra caixa linda no dia anterior com os restos de um papel de parede que temos! Eu já tava querendo muito uma letra caixa para decorar o quarto do Eric e ela ficou bem charmosa na mesa!

Preparei cheesecake de copinho (este não precisa de forno), com compota de morangos caseira:

Brigadeiros, né, claro! Teve balas de coco e mini-croissants também (lá atrás):

Não tiramos nenhuma foto da mesa de salgados, olha o vacilo! Tinha sanduichinhos lindinhos, torradinhas e patê de ricota ao pesto (que eu mesma fiz) que vão ficar só na memória mesmo :(

Foi uma tardezinha bem gostosa, de clima ameno e aconchegante, só com as pessoas mais queridas:

O aniversariante na hora do parabéns, achando tudo muito estranho (por que todo mundo tá olhando pra mim? rs…):

Papais, ainda vivos e casados após este primeiro ano de Eric :)

 ♥♥♥

 

 

1 ano de Erix (o pequeno japonês-gaulês)!

Foi ontem! Eric deu uma voltinha no calendário e perfez seu primeiro ano! Teve chuva e trovões na hora do nascimento, exatamente como há um ano (espero ser sinal de bom agouro)! Terá festinha no domingo, mas ontem soprou a primeira velinha com os pais, assim que chegamos em casa.

Este primeiro ano foi:

arrebatador,

edificante,

inesquecível,

energizante,

desafiador,

corrido,

exigente

e feliz, de um jeito novo! A felicidade que mais tem sentido está dentro e não lá fora!

♥♥♥

 

a famigerada falta de tempo

Meu mundo virtual vem sofrendo com a montanha de tarefas reais a cumprir. A primeira atividade urgente e inadiável é colar no filho, que agora se arrasta impetuosamente pela casa toda, desafiando os perigos das quinas dos móveis e das tomadas desencapadas (preciso urgente de apetrechos de segurança, deste sábado não passa!), e adora arrancar tufos de pelo do Pupu, que tem até medo do Eric, coitado… Todos dizem em coro que tudo piora quando ele começar a andar, omg! Segundo: a habitual correria do último trimestre, quando as encomendas do estúdio quase nos engolem e os dias parecem ter 12h. Você dá uma bobeada e pimba: já é Natal, tudo está iluminado e piscante! Os Natais estão tão próximos um do outro que eu me sinto naquele filme Feitiço do tempo (ouço até a Cher na minha cabeça: “i got you babe, i got you babe”). Como proceder com o frenesi maluco dessa época do ano? Existe fobia de natal? Deve ter…

Terceiro: o estúdio estará de mudança na próxima semana. Mu-dan-ça! (Nessa hora um friozinho percorre o corpo). Não sei se rio ou choro. Mudar em pleno novembro é algo tão sem noção, mas tão sem noção… que apertamos o botão interno do phoda-se e vambora! Foi tão tentador que não tivemos como desprezar a oportunidade. Achamos um lugar pertinho de casa (lagriminha nos olhos)! Vocês não sabem o quanto isso tem valor pra gente! Poder ir a pé trabalhar, pessoas! Quanto vale isso? Se eu pudesse elencar metas pra mim e pra minha família, uma delas seria montar uma vida em que pudéssemos fazer tudo a pé! Então, o sumiço tá explicado! Provavelmente ele durará mais alguns dias. Por enquanto, preciso arrumar alguém pra mudar o ar condicionado e mais 2 mãos hábeis para dar conta das encomendas do fim de ano no estúdio… Mando notícias do front!

*aproveito para agradecer o carinho manifestado no último post, coisa que também não tem preço!