sobre as máquinas de costura aqui do estúdio

Aug 16

Resolvi falar sobre máquinas de costura. Apesar de já haver inúmeras discussões online tratando do assunto e muita gente dando conselhos, pitacos e dicas, achei que meu ponto de vista e minha lida com elas diariamente aqui no estúdio podem valer a pena para alguém que tenha dúvidas e está enfrentando dilemas monumentais para comprar ou trocar, como eu já enfrentei. Bom, a primeira máquina que comprei foi uma Singer doméstica mesmo, modelo Piú Bella, já extinto. Comprei uma das últimas máquinas deste modelo à venda na loja Cadedo, no Bom Retiro, em São Paulo. Achei que para começar, seria um bom equipamento, já que era versátil, fazia costura reta e zig-zag, tinha braço livre e uma variedade de pontos decorativos bem razoável (embora eu não tenha usado quase nenhum!). Eu já fazia bolsas e carteiras e procurava algo que pudesse puxar e coser uma camada grossa de tecido, afinal fechamento de acessórios exige uma costura bem pesada. É claro que ao descrever o que eu pretendia fazer com ela, a maioria dos vendedores desaconselhou uma máquina caseira, indicando uma industrial, mas como a grana era curta e eu não estava lá tão segura para investir pesado numa máquina grande, com mesa acoplada, motorzão e tudo, optei mesmo por uma doméstica portátil, mesmo que o uso um tanto inadequado viesse a comprometer a máquina, como fui alertada numa loja.

Singer Fashion e Piú Bella, quando ainda tínhamos estúdio em casa

A Piú Bella deu conta do recado por bastante tempo, mais de um ano. Ela faz um ponto legal, uniforme, mas ficava devendo um pouco na hora de pegar uma camada mais espessa de tecido, principalmente para fazer pespontos, aí se não tomar cuidado, os pontos podem sair esquisitos, um maior que o outro e isso é muito frustrante para quem faz questão de um bom acabamento. Ainda a usamos esporadicamente aqui no estúdio, mas apenas para fazer algum zig-zag. Com o tempo, fomos incorporando novas máquinas. Comprei uma Singer Fashion como máquina de apoio, mas achei um pouco decepcionante. Meio fraca, ela logo teve a manopla quebrada e começou a pular pontos, o que me irritou deveras. Ela tem mais componentes de plástico do que a Piu Bella. Se vocês repararem, a caixa da bobina é toda de plástico e a parte externa é feita com uma chapa de metal dobrado. Já a Piu Bella tem mais componentes metálicos na parte interna e a chapa de fora da caixa de bobina é de metal fresado, ou seja, é um pouco melhor. São detalhinhos que podem passar despercebidos, mas eu acho que fazem a diferença no aspecto geral da máquina e na precisão da costura. Grosso modo, quanto mais plástico tiver na máquina, pior. O plástico se desgasta mais, quebra, torce… É lógico que se você pratica a costura apenas como hobby, uma máquina doméstica simples é mais que suficiente, mas se você tem pretensões mais ambiciosas e já tiver sentido o gostinho de uma máquina industrial e todos os seus maravilhosos acessórios, logo verá que as domésticas, principalmente estes modelos mais novos, mais frágeis, ficarão devendo em qualidade. A Fashion acabou ficando em casa e eu uso só para alguma reforminha ocasional em alguma roupa minha ou do marido.

Bom, nós passamos alguns meses usando as 2 Singers e compramos uma overlock doméstica Janome para melhorar nosso acabamento. Esta sim, recomendo fortemente! Ela é bem robusta, faz um ponto bonito, bem melhor e mais pró do que as famigeradas overlocks verdes (vulgas chinesinhas). Ela é ótima também para quem trabalha com roupas, o acabamento fica bem bacana e ela faz aquela barrinha de lenço, que dá para fazer lenços, obviamente, e jabôs lindos!

Incorporamos, então, mais 2 máquinas de família ao nosso “acervo”. Elas eram das minhas 2 avós, ambas vieram do Japão acompanhadas de suas máquinas em navios na década de 50. Devo dizer que apesar de muito velhas e um tanto desacreditadas pelos 2 lados da família, as maquininhas são muito melhores do que as novas. Elas são robustas, pesadonas, todas de metal, com mesas maravilhosas com pedal e correia. Uma delas é da marca Juki e a outra Happy. A Juki, de minha avó materna, estava bem mais usada, com a mesa já reformada pelo meu avô, ávido marceneiro diletante (minha vózinha costurava muuuito, para a família inteira e era a rainha da reforma e do reaproveitamento). Em compensação, a Happy, de minha avó paterna, estava nova, novíssima, com a mesa original muito bem conservada, com a caixa de agulhas original e manual (!!!). Ela vem até com uns sapatinhos de madeira para colocar sob as rodinhas, que serviam para não arranhar o tatami, uma graça! Instalamos motores da Singer nelas e ficaram umas belezinhas. Então fica a dica: se você tem uma máquina antiga na família, mesmo que elas estejam feias e capengas, não desdenhem delas, elas são ótimas! Uma manutenção leve e uma limpeza podem deixá-las novinhas e acreditem: geralmente elas são melhores do que as máquinas novas, bonitinhas e ordinárias que são vendidas por aí.

Caixa de acessórios, sapatinhos e manual Happy

Ano passado, quando nos mudamos para o estúdio novo, decidimos que era hora de investir numa máquina reta industrial, já que o volume de bolsas que estávamos fazendo só aumentava. Olha, foi a melhor coisa que fizemos! Optamos por uma Singer 191-D e achamos que ela tem um custo x benefício ótimo. A máquina é forte, potente, rápida e capaz de transportar mais tecido, com mais precisão do que as domésticas (não, não tem comparação!). Gostamos tanto, que em menos de um ano, compramos outra igualzinha! O temor de que ela fosse rápida demais para projetos pequenos, como carteiras, por exemplo, logo se mostrou infundado, porque a prática e a adaptação à máquina logo nos fazem ter bom controle sobre ela. Para se ter uma idéia até o feitio de uma simples tirinha ou alcinha pespontada fica muuuito mais pró com um simples pé calcador de pesponto adequado, algo que as domésticas sofrem para fazer, pois, muitas vezes, você tem que transportar a tira de tecido com a mão, porque ela não tem força, aí os pontos ficam desiguais e a tensão fica errada…

Posso dizer que nossos produtos melhoraram muito com estas máquinas! E olha, ao adquirir uma industrial, você, ex-dona de uma simpRes maquininha caseira, entrará no prodigioso mundo dos acessórios! Dêem uma paquerada rápida no catálogo da Cavemac para vocês verem a variedade de equipamentos e pecinhas que você pode comprar! É uma infinidade de peças para fazer viés, vivo, pregas, franzidos, pespontos… e elas certamente vão melhorar muito a qualidade dos seus projetos!

Singers 191-D no estúdio novo
alguns dos acessórios que usamos aqui no estúdio

Talvez no dia-a-dia você sinta diferença na manutenção, já que a industrial requer trocas de óleo regulares de acordo com a intensidade de uso. As minha máquinas domésticas têm engrenagem seca e nunca tive que me preocupar em lubrificá-las. É preciso também se adaptar ao barulho, o motor de uma máquina industrial é bem mais barulhento do que a de uma doméstica. Se você for usá-la num espaço pequeno, talvez se incomode um pouco até se acostumar.

Espero que este post jogue alguma luz para aqueles (as) que andam considerando partir para uma industrial e abraçar de vez a costura em suas vidas!

57 Comentário

  1. leticia /

    uau!!!
    q post legal!!!
    adorei ver as fotos e ler sobre as máquinas!!! :)
    minha mãe tb tem uma máquina beeem antiga q era da minha avó! :)

  2. oioi, emy.
    que legal este post!!! muito obrigada por compartilhar seu conhecimento e experiência com as máquinas! me iluminou muito! :-)
    beijocas,
    da harumi

  3. oi Letícia, devemos dar um “viva” às máquinas das vovós: linda, elegantes e charmosas! bjs

  4. oi Harumi, q legal q o post te deu alguma luz! bjoca

  5. Haline /

    Adorei o post. Esclarecedor. Já faz um tempo que quero comprar uma máquina e ainda não consegui decidir. Também tive uma antiguinha na família, mas não valorizei, uma pena.
    Bjos

  6. Oi Emy!
    Adorei o post, bem didático, na língua de quem faz!
    Recentemente comprei uma Janone. Eu tinha uma Elgin e a diferença foi significativa. Fiquei sonhando com a industrial… Só mais pra frente!
    Obrigada por compartilhar!
    Um beijo,
    Naza

  7. Ah, q pena Haline! Eu adoro máquina antiga! Sempre fico de olho nas lojas, apesar de não poder mais comprar por falta de espaço… bjs

  8. oi Naza, eu achei a Janome ótima! Parabéns pela compra! Me arrependi de não ter ficado com uma tb…

  9. Emy,
    obrigada mesmo por este post.
    Sou admiradora de seu trabalho e da forma com que conduz teu negócio de forma profissional e madura , sem estrelismos.
    Por isso mesmo já é um suscesso.
    Me tirou várias dúvidas… aqui estamos indo para nosso quarto ano de produção e pensamos neste investimento para este ano.
    Que bom que temos pessoas como vocês para compartilhar e trocar idéias tão preciosas.

    Não conhecia a overlock da Janome, tenho uma verdinha… rs
    Vou até pensar numa futura troca, pois fiz curso de modelagem industrial recentemente.
    bjs e muito sucesso para vocês!

    Danny

  10. muito legal suas dicas apesar de que algumas eu boiei ehehe… mas tudo bem eu chego lá obrigada abraço e por favor não esqueçam de nós leigas mas que adoramos a crafteria (desculpe o trocadilho)cidinha guarujá sp

  11. Nossa que post maravilhoso, obrigada por compartilhar ricos conhecimentos!

    bjs
    Marina

  12. Vanessa /

    Adorei esse post. Tô querendo comprar uma Singer (sou iniciante) e adorei as dicas.

  13. OI Emy!

    Posso assinar embaixo? Eu estava pensando num post sobre máquinas mas vc escreveu tudo, nem vou mais fazer, vou é linkar o seu também hahahaahha.
    Eu sempre costurei com industrial, embora tenha começado, apenas começado com a caseira, em pouco tempo estava com as industriais e nunca troquei. E não troco. No ateliê temos uma Singer de 20 anos, que é boazinha e quatro “da vovó” como as suas, que dão um banho nas caseiras de hoje em dia. Eu sempre explico exatamente o que vc escreveu para as alunas, que as maquinas são diferentes e, conforme sua necessidade, vale a pena comprar uma industrial. E a velocidade dela, a gente se acostuma em dois dias!

    Já tive uma chinesinha overloque e, jesus, quase paguei para levá-la.. foi dinheiro jogado no lixo!

    As caseiras atuais, gosto de poucas, embora jamais compraria. Quase comprei uma pra utilizar os pontos decorativos (pra que, gente? não uso em nada), mas desisti quando sentei na danada e costurei um pedacinho.. Não é pra mim, sou meio “pedreira” nesse quesito.. rs!

    beijo, Pat

  14. oi Danny, q legal q as coisas estão crescendo por aí! Se puder, opte por uma industrial sim! Acho que vc vai gostar bastante! bjinhos e sucesso pra vc tb!

  15. Maria Aparecida, Marina, Vanessa: bjinhos e vão fundo!

  16. hahaha, patrícia, pedreira é boa! Qdo a gente se acostuma com a industrial, não há santo que faça a gente voltar pras domésticas. Parece que elas empacam, não puxam, correm tortas, sei lá… ou seja, só irritation!
    a overlock chinesinha eu usava num curso que fiz e eu queria morrer! Além se serem ruins, elas soltavam óleo nas minhas peças (grrr!). Traumatizei! Li seu post no SZ, adorei, finíssimo e útil, as always =)

    • Maria Guaracy Paiva /

      Tenho uma chinesinha e detesto. Irei me desfazer, só me causa sofrimento. Gostaria de ajuda pra escolher outra overloque domestica.
      Abraços, /guaracy

  17. Excelente post! =)

  18. marcele ;D

  19. Maria /

    Adorei as informações, muito úteis. Eu já tinha lido análises de máquina de costura, descrevendo as funções, a aplicação. Mas, você relatou sua experiência e mais ainda, fiquei emocionada com a parte das máquinas antiguinhas, da sua avó. Que lindo. E lindo também, foi conhecer a sua trajetória, através das máquinas que adquiriu e utilizou. Adorei.

  20. Fernanda /

    Olá! Só para contar que imprimi esse seu post e dei para a babá das minhas filhas. Ela tem 55, e esse é o primeiro emprego de carteira assinada que ela tem. Ela quer, depois que formos embora daqui um ano ou dois, abrir o próprio negócio, talvez no ramo da costura.

    Ela adorou o artigo. Ela tem uma máquina manual das antigas e já se arriscou com a minha – uma Singer – mas achou rápida demais. Boa a dica da overlock, obrigada.

  21. Adriana Garcia /

    Olá! Minha primeira vez no seu blog, indicação do SuperZiper! Adorei a dica sobre máquinas, já havia lido algumas dicas em outros sites, mas sua experiência conta muito.
    Abraço!

  22. Oi Emmy! adorei este post sobre as máquinas;eu tenho uma Singer destas modernas cheia de pontos de bordado (eletrônica)linda mas vivo me desentendendo com ela,um horror!Ela tem vida própria pois quando dá na telha descontrola o ponto aí eu me descontrolo junto!Valeu as dicas não sou profissional de costura mas faço artesanato e a máquina é importantíssima.Bjus Deus te abençõe por compartilhar.

  23. oi Maria, as máqs antigas são os xodós daqui! bjs

  24. oi Fernanda, q legal! Espero q sua babá aproveite o post de alguma forma e que ela se entusiasme com a costura! bjs

  25. oi Adriana, abraço! apareça mais por aqui! =)

  26. oi Zilda, conheço bem isso, máquina teimosa e temperamental… mas toda máquina tem um jeitinho! Talvez se vc mandar para um técnico ele resolva! bjinho!

  27. Renata Prazeres /

    Olá… gostei muito do texto e das fotos! … faz uns 2 meses que fiz minha 1ª aula de costura… e desde então era uma dúvida atrás da outra sobre que máquina comprar…
    Até que tive a feliz ideia de perguntar na familia onde estavam as maquinas antigas das minhas avós…Resultado: hoje estou com TRÊS máquinas! =)
    São 2 Elnas portáteis e uma Singer, todas bem antigonas, recuperadas e dando conta do recado. Como, por enquanto, só quero costurar coisinhas pra casa e praticar, nem penso em comprar máquina nova, e apesar de não terem pontos nem muitas funções, vejo que são bem robustas na hora de costuraro acabamento de bolsinhas e necessaires com ziper e várias camadas de tecidos.

    EStou feiz com as minhas velhinhas! =)

    bjs

    Renata

  28. Obrigada pelo post!
    Cai aqui na busca de uma resposta para a caixa (plástica) da bobina da minha velha Singer Bella que está pulando como uma louca! Adoro costurar e comecei a fazer bolsas para venda, mas estou sofrendo tanto com os pontos pulados e bolos de linha que o desânimo está se sobrepondo aos elogios.

    Enfim, vou pegar as preciosas dicas e me planejar. Quem sabe eu não chego logo ao maravilhoso mundo das máquinas industriais e seus incríveis assessórios?:-)

  29. oi Andréa, qdo máqs começam a dar esses problemas, a gente fica com vontade de chorar, né! Planeje-se mesmo, vale a pena! bjs

  30. karem Freitas /

    Nossa to querendo muito uma reta industrial,tenho uma singer facilita,gosto dela…mas ñ costura coisa grossa.portanto estive pesquisando sobre industriais ,onde observei,que existem para leves a médio,medio a pesado epesado,,,agora me confundiu,,,,me dá uma luz.. essa sua qual é? e ela costura jeans fácil? vinil.. essas coisas mais grossas;; desde já agradeço…bjobjo(parabéns pelo post..)

  31. Patricia A. R. Dato /

    Adorei seu blog seu ateliê caseiro uma graça e estou prestes adquirir uma Piú Bella Singer para iniciar no patchwork em belo estado de conservação e com todos acessórios e acessível no preço , gostaria que me esclarecesse se ela pode fazer Quilt e se aguenta fazer mantas qdo é dois tecidos com uma camada de feltro , vc me aconselha a investir nela, sou Patricia e agradeço se poder me ajudar , um abraço….

  32. oi patricia! olha, como eu não faço quilts, não sei dizer se a Piu Bella é uma máquina bacana pra isso, mas eu gosto muito dela. Acho ela bem melhor do que as gerações mais novas da Singer (eu tenho a Fashion, mas acho ela bem inferior). Acho q a PB aguenta fazer mantas sim! bjs

  33. marise /

    olá estou conhecendo seu blog agora e adorei por favor me ajude onde posso comprar aparelhos parauma zig zag singer mais antiga ex:franzidor pé de kilt etc agradeço desde já

  34. oi Marise, olha, a loja mais completa que eu conheço é a Cavemac, eles têm um mundo de acessórios lá… Vc tb pode tentar a Cadedo. As 2 ficam no Bom Retiro, em São Paulo. bjs

  35. veronica /

    nossa encontre a luz no fim do tunel!!!!!!!!!!
    penso em fazer bolsas,e estava com muitas duvidas em que tipo de maquina investir,cada um me dizia uma coisa diferente,que a domestica servia ou era fraca..enfim valeu a dica vou investir em uma industrial.
    rio de janeiro
    muito bom seu comentario valioso demais rsrsr.

  36. Isabella /

    Adorei o post, me ajudou muitíssimo! Gostaria de saber qual a numeração da industrial reta singer que vcs usam (191 D20 ou 191 D21)? Ela costura bem todo tecido? Leve, médio e pesado? É que preciso costurar seda, algodão, brim e tbm jeans! Obrigada!

  37. Tereza /

    Olá.
    Quero comprar minha primeira máquina de costura..
    Será q vc poderia me ajudar indicando alguma q seja boa pra começar? Quase comprei uma singer fashion, mas vi várias reclamações e, depois de achar seu blog, desisti.
    Obrigada.

  38. Oi, Emy!
    Assim como a Tereza, no comentário acima, também quero comprar minha primeira máquina.
    Na verdade gostaria de fazer almofadas, coisas mais básicas, e até aproveitar e tentar fazer as barras das minhas próprias calças.
    Qual vc me indicaria? Fui numa loja e a moça me indicou a Singer Zig Zag Dp002. Na verdade não sei nem a diferença de costura reta para zigue-zague. Vc poderia me explicar, por favor?
    Obrigada!
    Bjo.

  39. Também tenho uma doméstica PIU BELLA. Gostaria muito de trabalhar nela com linha de pesponto, mas a costura fica, como se estivesse, meio trêmula. Vc tem alguma dica para melhorar?
    Também tenho a overlock Janome que adoro.
    Tenho planos de comprar uma semi industrial, já que costuro só por hobby, mas ainda não sei que maquina devo comprar. Pode indicar uma?
    Bjs Lena

  40. sonia maria de lima /

    Amiga , era tudo que eu precisava ouvir ,pois quero comprar uma maquina e estava me questionando qual delas seria melhor,se a doméstica ou a industrial. Obrigada pela dica, vou comprar a industrial. valeu mesmo bjs

  41. Ana Maria /

    Olá!

    Primeiramente gostaria de te parabenizar pela tua redação: escreves muito bem! Ótima pontuação, vocabulário, clareza e organização das ideias(eu sou professora, impossível não reparar…). Cumpriste com a tua proposta de listar as vantagens e desvantagens das máquinas que tiveste com muita competência!

    Em segundo lugar, gostaria que tu me respondesses: que máquina tu indicas para quem quer apenas fazer roupas, capas de almofadas, ou seja, trabalhar só com tecido mesmo? Não tenho pretensão nenhuma de me profissionalizar, mas também não quero só um hobby, fazer coisinhas miúdas para ocupar o tempo e as mãos. Quero fazer minhas próprias roupas porque estou cansada de pagar caro para me vestir igual a todo o mundo. O que tu me recomendas?

    Abraço!

  42. oi Ana Maria! Não estou muito atualizada quanto às máquinas que estão no mercado, mas se você quiser uma máquina não muito cara e que faça um bom serviço, indicaria as domésticas da Janome. Obrigada pelo carinho! bjão

  43. Regina /

    PARABÉNS!!!
    Não é com muita frequência que encontro posts tão bem escritos e de tamanha utilidade, mesmo mais de dois anos depois de sua postagem.
    Obrigada por tê-lo compartilhado. Foi muito útil.
    Abraço.

  44. Deborah /

    Meninas!!! PARABÉNS!!!

    Excelente post, gostei muuuuuito!! Vou começar um curso de cortureiro no Senac semana que vem (se Deus quiser :D ) e estava super na dúvida de qual máquina comprar. Vcs me trouxeram pra luz!!! rsrsrs

    Minha bisavó tem uma máquina igualzinha a pretinha da sua avó, e minha avó tem uma singer da década de 60, mais robusta que essas duas e que enfrenta o batente sem medo, ainda hoje!! Ela só tá paradinha lá, de vez em quando tem ue trocar as peças e faz um barulho absurdo, mas é porreta a bicha!! rsrsrs

    Muito obrigada de verdade!

    Beijinhos!

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