Arquivos de abril, 2010

Laptop bag Haru

Montar uma produção com a laptop bag Haru é só festa! Que tal combinar roupas de cores neutras com acessórios poderosos e coloridos para ir trabalhar muito mais feliz, hein! Sim, porque bolsas pretinhas, marronzinhas, beginhas cansam, né! E sair de casa com muita cor e a moral elevada faz toda a diferença! =)

café da tarde

Cafezinho

Quando o mundo parece que vai desabar com tantas encomendas, e-mails, fornecedores entregando coisas que você nem se lembra que pediu, eu faço uma pausa aqui no estúdio para um cafezinho bem-bom para recompor a sanidade. A gente precisa de mais tempo nessa vida, não é? Eu tento cavar minutos do meu dia para fazer coisinhas prazerosas, mesmo que seja para um expresso (bem expresso) e um bolinho de laranja =)

E-SHOPPING Imagine 11 - Calu Fontes

Yay! A carteira Marnie está na Revista Imagine deste mês!

A produção é da fofa da Taís Neri, que nos incluiu na seção E-shoping ao lado das talentosíssimas Corrupiola, Ternurinhas e Maria Papel! thank you, thank you Taís!

A Imagine pode ser encontrada nas lojas da Fnac e também pode ser folheada no site da editora New Content

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Foto: Condé Nast/Corbis

Hoje estou afins de fazer um elogio ao corte de cabelo. Antes de mais nada eu estou de cabelos curtos. Digo “estou” porque isso não é um estado permanente, definitivo. Cabelos podem ser mudados a qualquer hora e é a única parte do corpo que pode ser alterado radicalmente em pouco tempo e com pouco esforço. Não dá para conquistar aquele corpo de miss do dia para a noite, mas ah, um bom corte de cabelo pode transformar um rosto, elevar a auto-estima e é muito eficiente quando você quer dar aquela virada na vida, mudar de atitude, conquistar coisas novas e a gente devia tirar proveito disso ao máximo. Já tive cabelão, franja, já cortei em V repicadão, já tive cabelo de menino, já fiz suporte quando isso era moda, já tive er… mullet (ainda estou tentando me esquecer e superar isso). Ter mãe cabeleireira facilitou horrores e me fez ser mais relax com relação a cabelos. Desde cedo compreendi que cabelo cresce e nada, nada mesmo (fora a calvície) pode ser tão horrível que o tempo não conserte. Desde muito cedo, muitas mulheres criam um certo pânico de tesouras. Lembro perfeitamente de meninas que sentavam na cadeira da minha mãe como se estivessem no dentista fazendo uma obturação, aos prantos porque não queriam ficar feias. Não, mamãe não era uma criatura pérfida que sacaneava as criancinhas fazendo cortes horrorosos. Pelo contrário, as mãos delicadas e as tesouras dela gozavam de ótima reputação na cidade. Bom, daí é que fui entender que cabelo curto é associado por alguns à feiúra, seria algo pouco feminino. Todas as meninas da escola tinham cabelos compridos menos eu, ó vida! Penso que há um estereótipo forte da mulher “gostosa” sempre com cabelos longos e é difícil abandonar essa idéia, cortar as madeixas e se ver como uma suposta “não-gostosa”, amargurada e escanteada das cantadas de butiquim. Hoje, adulta, vejo que muitas mulheres de cabelos compridos, muitas vezes retos e sem movimento, nunca tiveram outro corte de cabelo e como aquela criança que não gosta da comida sem nunca ter experimentado, dizem que não ficam bem com outro corte. Para estas, cabelos longos é uma espécie de doutrina imutável e intocável. Até aí tudo bem, mas a defesa que ouço vez ou outra é que não cortam porque o marido ou o namorado não gosta e pasmem, já ouvi dizerem que sem o cabelão não chamam tanta atenção na rua! Acreditem, a gente consegue viver muito bem sem os fiu-fius dos transeuntes masculinos, não vai acontecer uma hecatombe mundial por causa disso e, não preciso nem dizer né, se o seu bofe gosta mais do seu cabelo do que de você… bom, não vou nem dizer o que eu acho disso. Enfim, linda mesmo a gente fica é quando está confiante, de bem com o mundo, de bom humor, sem sentimentos ruins na alma e, lógico, uma boa maquiagem e um modelito arrasador ajudam, certo!? Pessoas, não sou contra nenhum tipo de cabelo, mas acho que se a gente nasceu com essa juba na cabeça é pra gente se divertir, é pra ser livre, experimentar, enjoar, ousar, e se der tudo errado, começar tudo de novo!

Weekend bag Olivia

Que tals uma escapadinha no fim de semana, hein!? Sabe aquela semana em que o stress é tanto que você acha que precisa de um retiro espiritual intensivo, fazer o caminho de Santiago ou se internar num templo budista para recuperar a sanidade? Um pulinho ali na serra já resolve, viu! Dar uma espairecida, aproveitar este início de friozinho gostoso, tomar um café da manhã bem rico e respirar fundo aquele cheirinho de mato! Delícia! Tudo na ótima e exuberante companhia da weekend bag Olivia!

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Jayne Mansfield era mesmo uma mulher de estilo, que realizou a proeza de concentrar o maior número de objetos e atitudes kitsch por metro quadrado, o que inclui o marido Mr. Universo. A natureza foi bastante complacente com ela, cedendo dotes e atributos físicos avantajados, pelos quais era conhecida mundialmente em sua época. Hoje seria gorda. Seus seios atraíram olhares gélidos de invejinha da colega Sophia Loren, que compuseram uma foto bem famosa. Ela construiu um palácio cor de rosa e kitsch em Beverly Hills, antes da Xuxa ter a dela e muito antes da Xuxa ser a Xuxa. Nele havia um banheiro pink todo revestido de pelúcia, com uma banheira em forma de coração no meio, coisa para poucas, muito poucas. Também havia corações na lareira e na piscina. Esta última trazia a inscrição “I love you Jayne” no fundo, feita em mosaico de pastilhas douradas, bastante modesto. Dentro dela, Jayne se refestelava sobre uma bóia, chafurdada em dezenas de miniaturas dela mesma ao redor. Talvez ela fosse a nova Mae West. Jayne Mansfield está naquele restrito panteão de estrelas caricaturas de si mesmas. Um luxo.

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