o sofá já tem encosto! #fazendomeusofá

Sep 28

Nosso sofá está em franco progresso! Agora ele já tem assento e encosto e a inclinação de ambos ficou ótima! Ele está bem reforçado, todo parafusado, beeem melhor do que as estruturas que já vimos nas tapeçarias por aí. Elas são bem ruinzinhas, provavelmente porque é algo que o freguês não vai ver mesmo, já que a peça será estofada e o serviço malomenos será escondido depois…

Ainda não arranjamos os pés (vamos colocar 5, o quinto bem no meio). Já encomendamos pés palitos numa loja, mas não há certeza se os pés realmente virão. Uma segunda opção seria mandar tornear os pés num marceneiro. Enquanto isso, estamos planejando o estofamento, a colocação das espumas… ai, ai… vamoqvamo!

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costura à mão

Sep 27

Aqui no Tofu tem muita costura à mão, na raça, como nos melhores ateliês e maisons (chique, huh?). São detalhinhos e pormenores que precisam das nossas mãozinhas para serem executados à perfeição! A velha dupla agulha e dedal entra em cena para deixar a peça com o melhor acabamento possível! Aqui as mãos espertas do marido confeccionando uma clutch Tomie

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Como uma fábrica de sofás faz um sofá? #fazendomeusofá

Sep 27

Lóógico que o nosso sofá será bem mais artesanal que este do vídeo, mas observar como as pessoas do ramo fazem um móvel é muito, muito instrutivo! Estamos aprendendo :D

Nosso sofá já tem encosto, yay! Em breve, solto + uma fotinho dele!

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A força broxante do “não pode”

Sep 19

Outro dia, no rádio, um ouvinte perguntava a um comentarista de vinhos se ele podia abrir uma garrafa de uma safra de 1999, se não me engano, de um vinho importado não-sei-da-onde para harmonizar com um determinado prato que ele ia fazer. Aí eu fiquei pensando em como as pessoas se impõem regras para um monte de coisas e ficam meio bitoladas. Tem mesmo que perguntar se pode abrir? Eu entendo que os especialistas no assunto devem ter provado inúmeras garrafas e realmente devem conhecer as melhores combinações, safras e o melhor momento para degustar a bebida, mas é tão, tão legal apenas beber uma taça de vinho, meu pai, sem se importar se ela é carésima, baratinha, se ela combina com seu jantar, assim, sem compromisso nenhum com ninguém, com nenhuma cartilha, com nada! Gente, isso é errado?

Há algum tempo assisti na TV um sommelier dizendo que o melhor vinho do mundo é aquele que agrada o seu paladar. Vou ficar devendo o nome da pessoa, porque realmente eu não o conhecia e não me atentei na hora a creditar a frase, mas achei tão alentador e libertador, que guardei comigo. Genial! Deveria ser óbvio, mas as obviedades hoje em dia parecem carregar um toque de gênio de tanto que a gente complica as coisas e corre atrás do próprio rabo. Eu tenho as minhas combinações bacanas de pratos e vinhos, são poucas, é verdade, porque não sou assim obcecada pelo assunto, mas posso dizer que experimentei e gostei, agradou e me rendeu ótimos momentos! Também, vai ver, não tenho ninguém para impressionar, nenhum amigo sabe-tudo, vasto entendedor do assunto, que me faça aprofundar no tema a cada refeição que ele faça em minha casa.

Vocês viram né, que estamos fazendo um sofá! Já me perguntaram se eu sei fazer um sofá ou onde eu aprendi. Eu repassei a pergunta ao marido, porque na verdade é ele que está com a mão e o coração na massa. Ele me disse que não sabe fazer, apenas viu pessoas fazendo na TV e nas tapeçarias e imaginou que não poderia ser assim tão complicado. Simples assim. O “não pode” não existe na vida dele! Ele é uma pessoa tão solta, livre e independente… daquelas que sempre acham que dá e voam alto. Vai ver é isso uma das muitas coisas que me fizeram caminhar esses longos anos com ele até aqui. Com ele aprendi a ser mais otimista e a acreditar mais! Acho que o espírito crafter tem muito a ver com isso, com desprendimento, achar sempre que pode, que vai dar certo, não temer o erro e sempre, sempre tentar!

Vivo recebendo e-mails que me perguntam onde aprendemos a costurar, qual a técnica, o curso, como faz… não aprendemos em lugar nenhum! Fomos tentando, errando muito, fazendo de novo e de novo até achar que estava digno para presentear ou vender a alguém. Eu nem sei se sabemos costurar de verdade, porque o trabalho aqui no estúdio é tão intuitivo! A gente não tem só um jeito de fazer um bolsinho ou uma alça, a gente só faz da melhor maneira possível, que resulte no melhor produto, é isso que importa! Aqui no Tofu a gente tá sempre tentando e fazendo de novo! Aqui não tem nada pronto e acabado, a gente só vai descobrindo coisas novas todo dia e melhorando! Não tem segredo, tem é muito trabalho!

Não saber o jeito “certo” de fazer uma coisa impede muita gente de tentar e instala aquela atmosfera negativa do “eu não consigo, porque ninguém vem me ensinar”. Acho que os melhores artesãos compreendem que muito do que eles sabem veio com a lida diária com os materiais e instrumentos que operam e não de uma cartilha pronta e mastigada. Muitos empreendedores inventam suas próprias máquinas, suas próprias ferramentas e criam empresas, produtos e serviços fantásticos. Eles não estavam preocupados com o “não pode”.

Juro que se eu estivesse com o dilema de poder ou não poder abrir uma garrafa de vinho que comprei com meu dinheirinho, a ponto de ter que consultar alguém que eu nem conheço, eu ia ficar preocupada…

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um mimo

Sep 13

E nossa cliente Sinayda passou aqui no estúdio neste fim de semana e me deixou um mimo lindo, feito por ela! Eu adoro estes papéis de scrapbooking! É muita delicadeza! ♥

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